Bets alertam governo sobre avanço do mercado ilegal com novas restrições às apostas
Empresas do setor afirmam que medidas ligadas ao Desenrola 2.0 podem impulsionar plataformas clandestinas às vésperas da Copa do Mundo; Paulo Pimenta defende proibição do “Jogo do Tigrinho” no Brasil.
Lucas Mendes em 7 de maio de 2026

Conforme publicano pela coluna Painel S.A da Folha de São Paulo, reprensantes das principais casas de apostas atuante no Brasil avaliam que as novas medidas do governo escancararam as portas para o mercado de apostas ilegal. O argumento principal se dá por conta de estarmos em ano de Copa do Mundo, período onda há um maior faturamento do setor.
A preocupação foi levada a Brasilia, que argumentam que as restrições adotadas junto ao programa Desenrola 2.0 seria favorável às casas de apostas ilegais. Para os especialistas, o bloqueio será válido apenas para casas de apostas licenciados, sendo uma porta aberta para que os usuários bloqueados migrem para o mercado ilegal.
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Segundo o IBJR, o mercado ilegal detém cerca de 51% do setor das apostas e movimentam cerca de R$40 bilhões por ano. Vale destacar que o Brasil é atualmente o quinto maior mercado de apostas do mundo, tendo atingido um faturamento de US$4,1 bilhão no ano passado, segundo dados da Regulus Partners.
Com os dados em mãos, as empresas constestam a implementação das restrições às vésperas da Copa do Mundo, período onde há maior movimentação financeira no setor das apostas esportivas. Para contestar a ação,. as empresas deram início a debates para demonstrar que não são resónsáveis pelo endividamento nacional.
Em relatórios recentes, foi apontado que somente em fevereiro, o endividamento chegou a 49,9% das famílias, porém o IBJR apresentou dados que apontaram o cartão de crédito cmo principal vilão do endividamento nacional, enquanto apostas representam apenas 0,5% do consumo das famílias brasileiras.
O deputado e líder do governo na Câmara, Paulo Pimenta (PT), apresentou nesta semana um projeto de lei proponod a proibição do Jogo do Tigrinho e outros jogos de caça-níquel online no país. A proposta manteria a licença às apostas esportivas, só proibiria os jogos de azar onlines.
“Esse jogo, que é jogo de azar, do tipo tigrinho por algoritmo, para mim isso aí hoje é um crime contra a economia nacional. Acho que o governo teria que ter sido mais firme do que ele foi nessa questão das bets. Eu defendo que nós tínhamos que fazer uma ação muito forte no país para proibir as bets. E se nós não tivermos voto aqui para proibir as bets, pelo menos proibir esse negócio tipo ‘tigrinho’, de resposta instantânea”, afirmou Pimenta na ocasião.
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