Bia Miranda se pronuncia após apreensão de dólares falsos ligados à publicidade de apostas online
Influenciadora afirma que material era cenográfico, enquanto investigação apura relação com sites ilegais
Thaynara Godinho em 30 de março de 2026

A influenciadora digital Bia Miranda, de 21 anos, voltou ao centro de uma investigação envolvendo a promoção de sites ilegais de apostas. A ação mais recente foi conduzida pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, que apreendeu cerca de US$ 40 mil em cédulas falsas na residência da jovem, além de joias e um veículo.
A operação faz parte da segunda fase da “Operação Desfortuna”, que apura a atuação de influenciadores na divulgação de plataformas clandestinas de apostas esportivas. Segundo as autoridades, Bia já havia sido alvo de uma etapa anterior da investigação em agosto de 2025.
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Durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão, os agentes realizaram uma varredura completa na casa da influenciadora, incluindo os quartos de seus filhos. Todo o material recolhido será submetido à perícia.
A investigação busca identificar possíveis crimes como lavagem de dinheiro e falsificação de moeda. As cédulas apreendidas chamaram atenção pela alta qualidade, o que, segundo relatos, dificultaria a identificação como material falso à primeira vista.
Em depoimento à polícia, Bia Miranda afirmou que o dinheiro não tinha finalidade ilícita. Segundo ela, as cédulas eram cenográficas e seriam utilizadas em uma produção de fotos voltadas à divulgação de jogos online.
A influenciadora detalhou que o conceito das imagens envolvia ostentação, com dinheiro, joias e carros de luxo, um estilo comum em campanhas digitais de plataformas de apostas.

Após a repercussão do caso, Bia utilizou seus Stories no Instagram para se posicionar. Ela afirmou que o material seria utilizado em um ensaio fotográfico já planejado e que existem conversas com sua equipe que comprovam isso.
A influenciadora também questionou as acusações de que teria utilizado o dinheiro falso para enganar seguidores. Segundo ela, não há qualquer conteúdo publicado em suas redes utilizando dólares cenográficos.
Outro ponto levantado foi a origem do material. Bia alegou que as cédulas foram importadas e continham indicação de “sem valor”, reforçando sua versão de que eram apenas adereços.
As autoridades continuam apurando o caso e não descartam o envolvimento de outras pessoas no esquema de divulgação de apostas ilegais. A Secretaria de Prêmios e Apostas já havia identificado que a influenciadora seguia promovendo plataformas não autorizadas, mesmo após ações anteriores.
Até o momento, não há previsão para a conclusão dos laudos periciais nem definição sobre possíveis indiciamentos.
O caso reacende o debate sobre a atuação de influenciadores no mercado de apostas esportivas, especialmente diante do avanço da regulamentação no país. A promoção de sites ilegais tem sido alvo crescente de operações policiais e fiscalização do governo.
A depender do resultado das investigações, o episódio pode se tornar mais um marco no endurecimento das regras para publicidade e atuação digital no setor de bets no Brasil.

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